Fontes utilizadas
Indicadores macroeconômicos e fiscais vêm diretamente das séries oficiais do Banco Central do Brasil (SGS), do IBGE e do Tesouro Nacional. Para mercados usamos referências públicas da B3. Pesquisas de opinião utilizadas em módulos políticos são sempre atribuídas ao instituto responsável, com data de coleta e margem de erro.
Como os cenários são construídos
Cenários são combinações plausíveis de eventos políticos, fiscais e econômicos. Não são previsões: são narrativas coerentes cujos impactos são discutidos em linguagem probabilística — “pode aumentar”, “tende a favorecer”,“há risco de” — nunca em linguagem determinística.
Diferença entre dado, projeção e opinião
- Dado: valor coletado de fonte oficial, com data e link.
- Projeção: número derivado de metodologia declarada ou consenso de mercado, sempre atribuído.
- Opinião: leitura editorial claramente identificada como análise.
Uso de probabilidades
Quando exibimos probabilidades, sempre indicamos o método (mercado de previsão, média de pesquisas ou estimativa interna), a data e afonte. Não usamos probabilidades geradas por IA sem revisão editorial.
Uso de inteligência artificial
A IA auxilia em resumos, associações entre notícias e indicadores e detecção de contradições entre fontes. Nenhum número, probabilidade ou classificação de impacto é alterado automaticamente sem validação humana e sem registro da fonte.
Política de correções
Erros são corrigidos assim que identificados, com registro do que foi alterado e da data. Revisões de séries feitas pelos órgãos oficiais (por exemplo, reponderação do IPCA) são refletidas na próxima sincronização automática.
Limitações
Nada aqui é recomendação financeira. Cenários são construções analíticas. Pesquisas de opinião têm metodologias distintas e não devem ser comparadas sem contexto.